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Pagamento facilitado traz consumidor de volta às mercearias, que crescem dez vezes mais do que grandes redes de supermercados Bruno Rosa Redes reduzem lojas
- Queremos uma loja que tenha vida e movimento. Vamos ter lançamentos, novas propostas, enfim, diferenciais para surpreender os clientes - diz Jean-Marc Pueyo, diretor-superintendente do grupo Carrefour no Brasil. A
Sendas, comprada pelo Pão de Açúcar há dois
anos, possui vários formatos de lojas no Rio de Janeiro. Cerca
de 20 espaços possuem menos de 300 metros quadrados, pouco para
os padrões da rede. Para Omar Ferreira, diretor operacional da
rede, essas pequenas lojas possuem uma grande proximidade com o cliente.
Os preços são os mesmos das lojas maiores. Estima-se que existam mais de 10 mil mini-mercados, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em 2004, as quatro maiores redes do país detinham 40% do mercado. Em 2005, com a saída de um grupo do Brasil, a fatia se restringiu aos três grandes remanescentes - Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart). - A saída para as grandes companhias é se aproximarem do consumidor. E o consumidor não tempo para fazer grandes compras - diz Antônio Cesar Carvalho, diretor da Acomp Consultoria e Treinamento. Ele lembra que a pesquisa Os 10 Melhores Negócios com mais chances de Sucesso em 2005, feita pela consultoria, aponta os Pequenos Mercados e Mercearias de Conveniência como o segundo segmento com mais potencial de crescimento. ========================================================= Nota da ACOMP: Clique
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de Consumidores do Rio de Janeiro quanto aos Supermercados
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